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sexta-feira

Resenha: Mapas do Acaso

Título: Mapas do Acaso, 45 variações sobre um mesmo tema.
Autor: Humberto Gessinger
Páginas: 144
Editora: Belas-Letras

Neste livro, Humberto Gessinger passa o passado a limpo, resgata momentos especiais da sua intimidade desde menino e conta novas velhas histórias dos Engenheiros do Hawaii, nunca antes publicadas. De Passo Fundo a Moscou, passando por "Esparta Alegre", lembranças de um futuro que ele imaginava dão forma a essas linhas conduzidas pelos mapas do acaso. Para saber qualé a dele e da sua poesia, que é pura grandeza a partir de coisas simples, é só embarcar... e seguir viagem...

"Mapas do Acaso" é o terceiro livro livro do Humberto Gessinger e, assim como o segundo - Pra Ser Sincero -, recebe como título o nome de uma de suas músicas. A canção "Mapas de Acaso" foi lançada em 1993 e você pode ouvi-la no disco "Filmes de Guerra, Canções de Amor". 

Li esse livro no início de 2013, mas lembro das sensações como se fosse ontem. A obra é dividida em duas partes: "Âncora" é uma narrativa expositiva do autor, onde ele nos apresenta seus pontos de vista e opiniões sobre temas como família, música, futebol e literatura. Além disso, ele nos conta um pouco da sua infância, da época de estudante de arquitetura e, é claro, da sua carreira de músico. 

Nessa primeira parte, há uma "nota mental para uma próxima vida" no início de cada texto, em que o Humberto deixa para nós - e para ele mesmo, se querem saber minha opinião hihihi - pequenas notas sobre o que fazer ou não em uma outra encarnação. 

A escrita do Gessinger é tão fluida que a leitura mais parece um bate-papo entre amigos. A cada página virada, senti como se estivesse frente a frente com ele, tomando um chá - ou chimarrão - enquanto ele me contava todas as coisas presentes no livro.

A segunda parte, "Vela", é composta por 45 letras de músicas compostas pelo autor, sendo elas sucessos dos Engenheiros do Hawaii, do Pouca Vogal e algumas letras inéditas - e maravilhosas! Das letras que não foram gravadas como música, "Sweet Tulipa" é a minha favorita.


"Mapas do Acaso" nos faz refletir sobre diversas coisas que nos passam despercebidas pelos olhos: um sentimento, uma letra de música com a qual nos identificamos... Foi realmente uma delícia saber, além das curiosidades, o que o Humberto estava pensando enquanto compunha algumas das músicas presentes no livro - principalmente as minhas favoritas. 

Mesmo que você não seja um grande apreciador do músico, é impossível que nunca tenha ouvido uma música dos Engenheiros do Hawaii ou até mesmo do Pouca Vogal e não tenha gostado. Por isso, acho que vale a leitura para quem é fã ou não, já que o livro não se trata só de relatos sobre o trabalho dele. 

É claro que eu não poderia deixar de parabenizar a Editora Belas-Letras pelo trabalho incrível com o projeto gráfico do livro. A diagramação, arte de capa e fotos são incríveis. A leitura valeria a pena só pela parte visual, de tão perfeita que é. 

Gostou da resenha feita pela nossa moderadora Ana? COMENTE!
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sábado

Resenha: Pra Ser Sincero

Título: Pra Ser Sincero - 123 variações sobre um mesmo tema
Autor: Humberto Gessinger
Páginas: 304
Editora: Belas-Letras

Em 11 de janeiro de 1985, mesmo dia da abertura da primeira edição do Rock in Rio, Humberto Gessinger subia ao palco do auditório da Faculdade de Arquitetura da UFRGS de cabelo new wave e bombacha, para o primeiro show de uma banda que tinha nascido para durar uma noite só. Era para ter se chamado Frumelo & Os Sete Belos, mas ninguém gostou, então os integrantes da banda resolveram fazer uma brincadeira com os estudantes de Engenharia e os surfistas que frequentavam o bar da universidade, que estava a pelo menos 100 quilômetros do mar. Engenheiros do Hawaii. Vinte e cinco anos depois dessa estreia, Humberto Gessinger – que acompanhou todas as formações desde o primeiro show – lança neste livro seu olhar sobre a trajetória do grupo, sobre cada uma das composições e revela curiosidades e bastidores das gravações. Com fotografias inéditas, informações sobre cada um dos discos, letras comentadas e um diário de 1984 a 2009, Pra Ser Sincero é um livro sobre uma banda que era para ter durado uma noite só, mas que acabou escrevendo um capítulo da história do rock brasileiro, mesmo estando longe demais das capitais.

Engenheiros do Hawaii é uma das minhas bandas nacionais favoritas. Por mais que eu seja suspeita para falar de qualquer coisa relacionada ao Humberto Gessinger e aos EngHaw, decidi que ia expressar minha opinião sobre o livro mesmo assim.

Sou fã da banda e de todos os trabalhos do Humberto há um tempo. Durante esse percurso conheci muitos "de fé" e tive a sorte de uma dessas pessoas especiais dar o PSS123 de presente para mim. Até hoje acho que foi um dos melhores presentes que ganhei...

O livro é escrito pelo próprio Humberto Gessinger. Além de nos mostrar um pouco da sua infância, adolescência e do nascimento de sua paixão pela música, ele nos conta como surgiram os Engenheiros do Hawaii (Frumelo & Os Sete Belos, se dependesse só do HG).

Esse primeiro show parece ter ido bem. Pintaram convites para outras faculdades e alguns bares. A banda que montamos pra durar uma única noite estava virando uma banda pra durar algumas semanas. Já como um trio, tocávamos onde dava pra tocar. Onde não dava, também tocávamos.

Após esse breve apanhado sobre como tudo começou, Humberto narra a história da sua carreira. Desde a primeira formação dos Engenheiros do Hawaii à criação do Pouca Vogal, temos uma análise minuciosa de tudo o que acontece, ano a ano: discos lançados, shows, novas composições, conquistas, derrotas e mudanças.

O subtítulo "123 variações sobre um mesmo tema" provém das 123 músicas que o autor escolhe para fechar o livro com chave de ouro. Algumas das letras vêm com comentários sobre a sua criação ou simplesmente um fato que o HG achou interessante citar.

Adoro desmontar e remontar minhas músicas. Juntar duas em uma, quebrar uma em duas. Deve ser herança da Arquitetura ou das bandas progressivas. Módulos. Tijolos em prédios. Prédios numa cidade.

"Pra Ser Sincero" é, sem dúvidas, o meu livro favorito dentre todos os que o Humberto escreveu até hoje. Também é, na minha opinião, a edição mais caprichada: cheia de fotos lindas. Sem contar a diagramação e acabamento mais que perfeitos.

Leitura essencial para quem quer conhecer um pouco mais sobre a vida, o universo e tudo mais do Humberto Gessinger.

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segunda-feira

As palavras escritas de Humberto Gessinger

Nesses longos anos de trajetória musical do Humberto Gessinger, entre as mais diversas fases, o próprio se tornou um escritor. Querendo sim ou não.
E cá estamos nós do Blog Parabólicas Hawaiianas para relembrar estas palavras escritas do homem de uma banda só!

Simbora conferir?


Meu Pequeno Gremista
Ano: 2008

Por que é tão bom torcer pelo Grêmio? Humberto Gessinger, vocalista da banda Engenheiros do Hawaii e sonoro gremista, responde por que o leitor deve torcer para o tricolor porto-alegrense, um time que nunca perde a esperança mesmo quando as coisas parecem impossíveis, que joga com o coração cheio de raça, coragem e alegria. Aqui estão as lembranças de infância de Humberto, como o dia em que ele ganhou a primeira camiseta do clube, a primeira ida ao Olímpico e os jogos que deixaram todos os gremistas com o coração na mão (não foram poucos, como se sabe). Essas memórias servem de cenário para uma história que fala sobre a importância da competição saudável, sem violência, do aprendizado que a vitória e a derrota podem trazer, do valor do espírito de equipe e dos momentos mágicos do futebol, que proporcionaram emoções inesquecíveis para muitas famílias gremistas. Então dá-lhe, Grêmio!



Pra Ser Sincero – 123 Variações Sobre Um Mesmo Tema
Ano: 2009

Em 11 de janeiro de 1985, mesmo dia da abertura da primeira edição do Rock in Rio, Humberto Gessinger subia ao palco do auditório da Faculdade de Arquitetura da UFRGS de cabelo new wave e bombacha, para o primeiro show de uma banda que tinha nascido para durar uma noite só. Era para ter se chamado Frumelo & Os Sete Belos, mas ninguém gostou, então os integrantes da banda resolveram fazer uma brincadeira com os estudantes de Engenharia e os surfistas que frequentavam o bar da universidade, que estava a pelo menos 100 quilômetros do mar. Engenheiros do Hawaii.
Vinte e cinco anos depois dessa estreia, Humberto Gessinger – que acompanhou todas as formações desde o primeiro show – lança neste livro seu olhar sobre a trajetória do grupo, sobre cada uma das composições e revela curiosidades e bastidores das gravações. Com fotografias inéditas, informações sobre cada um dos discos, letras comentadas e um diário de 1984 a 2009, Pra Ser Sincero é um livro sobre uma banda que era para ter durado uma noite só, mas que acabou escrevendo um capítulo da história do rock brasileiro, mesmo estando longe demais das capitais.


Mapas do Acaso – 45 Variações Sobre Um Mesmo Tema
 Ano: 2011

“Sem forçar a imaginação, vejo passar um alemãozinho. No Walkman, as pilhas gastas fazem a fita girar mais lenta e a música soar meio tom abaixo. Ele ouve o mesmo Jean Luc-Ponty, tocando Cosmic Message, que rola no meu iPod. (...) Sem forçar a imaginação, passo por mim mesmo. Estranho? Sim, o passado é tão estranho quanto o futuro era. Estranhos? Sim, mas, nos olhos, o mesmo olhar.” 

Neste livro, Humberto Gessinger passa o passado a limpo, resgata momentos especiais da sua intimidade desde menino e conta novas velhas histórias dos Engenheiros do Hawaii, nunca antes publicadas. De Passo Fundo a Moscou, passando por “Esparta Alegre”, lembranças de um futuro que ele imaginava dão forma a essas linhas conduzidas pelos mapas do acaso. Para saber qualé a dele e da sua poesia, que é pura grandeza a partir de coisas simples, é só embarcar... e seguir viagem...



Nas Entrelinhas do Horizonte
Ano: 2012

O mundo é ímpar, não dá para dividi-lo em duas metades iguais. Muito menos ver a linha imaginária que separa a infância da vida adulta. Contemplando o horizonte embalado pela trilha sonora que o tornou um dos ícones do rock brasileiro, Humberto Gessinger evoca neste livro a memória afetiva para construir crônicas pulsantes e arrebatadoras, em que cada página é uma janela onde passado, presente e futuro se misturam para compor juntos a cena. Uma paisagem que só pelas entrelinhas revela a força da sua música e da sua poesia.



Seis Segundos de Atenção
Ano: 2013

A única coisa que podemos fazer com o tempo é escolher o que fazer com ele. Na busca pela faísca da criação da sua arte, que ele persegue pelas noites como uma estrela guia, Humberto Gessinger nos mostra em seu novo livro de crônicas que fazer um segundo valer a pena leva tempo. Um tempo que, às vezes, não queremos ter. Um tempo que não podemos parar nem fazer andar mais rápido. Não é tão fácil quanto parece encontrar um instante mágico, o centro da nossa originalidade, do nosso talento, e manter a conexão com ele. Leva mais do que 600 anos de estudo. Leva 6 segundos de atenção.


*Todos os livros foram lançados pela Editora Belas Letras.


E aí, qual é o seu livro preferido? COMENTE!



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sábado

4 anos de Blog Parabólicas Hawaiianas

Hoje não é só dia 19 de outubro de 2013. É um dia muito especial para a Ellen e para mim, e adivinhem o por quê? Isso mesmo! É o aniversário de quatro anos do Blog Parabólicas Hawaiianas.
E o que isso significa? Quatro anos de muito amor, carinho, dedicação e, cá pra nós, um pouco de chatice (acho que o Humberto nos entende bem). 
E o que eu posso dizer? Sim, eu tenho muito orgulho de ser parceira da Ellen nesse projeto tão maravilhoso.
Parabéns BPH! Que venham muitos anos mais!






Mais um ano que o Blog Parabólicas Hawaiianas está completando e eu só tenho que agradecer a vocês, leitores, que acompanham a gente nestes 4 anos.
Agradeço também, e de todo coração, à Ana Clara (Aninha), que me ajuda a cuidar e a moderar o BPH.
Obrigada aos parceiros: Livraria Sempre Ler, Rock Anos 80, Reduto do Rock, Stereophonica, Gessingeriando, Mundo EngHaw e Editora Belas Letras. Sempre estão nos ajudando com divulgações de promoções, posts, conteúdos e afins!
Obrigada aos que já fizeram e fazem parte do Blog Parabólicas Hawaiianas contribuindo com histórias nos Diários de Fãs já criados; as promoções que fizemos com todo carinho aos admiradores.
Um super e muito obrigada ao Humberto Gessinger, Carlos Maltz e Rafael Bisogno que já nos concederam entrevistas.
Enfim, nestes quatro anos de BPH eu só quero agradecer de verdade à vocês que são fundamentais neste espaço!
Muito obrigada pelo carinho, de verdade!
E viva o BPH! Intensamente!




Quer deixar os seus parabéns também? Então COMENTE!



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quarta-feira

Saiba mais sobre "Seis Segundos de Atenção" e "Insular", os novos lançamentos do Humberto.


Sinopse: "A única coisa que podemos fazer com o tempo é escolher o que fazer com ele. Na busca pela faísca da criação da sua arte, que ele persegue pelas noites como uma estrela guia, Humberto Gessinger nos mostra em seu novo livro de crônicas que fazer um segundo valer a pena leva tempo. Um tempo que, às vezes, não queremos ter. Um tempo que não podemos parar nem fazer andar mais rápido. Não é tão fácil quanto parece encontrar um instante mágico, o centro da nossa originalidade, do nosso talento, e manter a conexão com ele. Leva mais do que 600 anos de estudo. Leva 6 segundos de atenção."

Onde comprar: Sempre Ler


Faixas:
01. Terei Vivido
02. Sua Graça
03. Bora
04. A Ponte Para o Dia (participação de Bebeto Alves nos vocais)
05. Tchau Radar, A Canção (participação de Rodrigo Tavares nos vocais)
06. Tudo Está Parado
07. Recarga (participação de Luis Carlos Borges no acordeon e vocais)
08. Milonga do Xeque-Mate (participação de Frank Solari na guitarra)
09. Insular
10. Essas Vidas da Gente
11. Segura a Onda, DG (participação de Nico Nicolaiewsky)
12. Plano B

Onde Comprar: Stereophonica

Palavras do chefe: BloGessinger



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sexta-feira

Três anos de BPH

Hoje, 19 de outubro de 2012, o Blog Parabólicas Hawaiianas está completando 3 anos de highway! 

Quero agradecer a todos os admiradores e leitores que apreciam o nosso BPH. 

Eu e a Ana, moderadoras do BPH, agradecemos pelo carinho de vocês. Saibam que esse espaço virtual é feito pra vocês! 

Aos parceiros da highway: Guilherme Dantas (livraria Sempre Ler) e a Editora Belas Letras, muito obrigada pela confiança e a credibilidade que vocês dão a nós. 

Aos que participam e participaram de nossos “Diários de Fãs”; ao Humberto Gessinger e Carlos Maltz que já nos concederam entrevistas; a Ana, que me ajuda a moderar um perfil tão meigo: só posso e devo agradecê-los. 

Espero que possam vir mais e mais datas de aniversário do Blog Parabólicas Hawaiianas para que o meu orgulho e admiração fortaleçam este espaço “simples de coração”. 

Muito obrigada aos amigos que sempre nos ajudaram com a divulgação: Equipe Gessingeriando, Rock Anos 80, Reduto do Rock, Livraria Sempre Ler, Editora Belas Letras, Mundo EngHaw, EngHaw Online. 

Feliz aniversário à nós e ao Blog Parabólicas Hawaiianas. 

Beijo grande. 

Ellen Rodrigues Visitário.

domingo

Estamos no Facebook!

Só um lembrete para você que acompanha o blog e querem ficar por dentro das novidades: Criamos um grupo para o BPH no Facebook! Não deixe de conferir.
Se você não tem Facebook, não se preocupe! Pode nos seguir no Twitter ou aqui mesmo, pelo Google Friend Connect.

quinta-feira

Fotos - Sessão de aut. NEdH em São Paulo.

O nosso amigo, fotógrafo e correspondente Raphael Prado (twitter: @rcp_rapha), registrou o lançamento do livro "Nas Entrelinhas do Horizonte" (editora: Belas Letras), quarto livro do músico e escritor Humberto Gessinger.
Mesmo com chuva e frio, muitos dos fãs e admiradores foram prestigiar o lançamento, e de fato não se arrependeram!
O evento aconteceu na data 17 de julho de 2012, na Livraria da Vila, em São Paulo.
Abaixo, confiram algumas fotos do lançamento!
(Para obter a maior resolução da foto, basta clicar na própria)




















Fotos: Raphael Prado.
Edição e descrição: Ellen Rodrigues Visitário

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sexta-feira

Dia Mundial do Rock – Engenheiros do Hawaii




Hoje, 13 de julho de 2012, é o Dia Mundial do Rock.
Muitas bandas nacionais dos anos 80 “nasceram” de lá pra cá. E numa dessas sementes, deram a vida à banda Engenheiros do Hawaii.
Eu queria dizer o quanto a banda, é especial para mim e para o pessoal de fé.
Como agradecer cada música? Cada show? Cada CD? 
Basta admirá-los. 
Agradeço ao Humberto Gessinger, pelo puta rock bom que ele nos proporciona.
“Engenheiros do Hawaii ainda existe?’’ Existe sim! Existe para quem dar valor.
Sabemos o quanto a presença faz falta, mas basta dar um ‘’play’’ que tudo isso volta, em nossas memórias.
Humberto Gessinger um talento de músico, de escritor e principalmente de roqueiro.
Independente de qualquer cabelo, banda, humor ou instrumento.
O Blog Parabólicas Hawaiianas agradece a cada composição de sua autoria.

E devemos lembrar-nos das formações e gerações que essa banda, junto com esse vocalista passara. São vinte e tantos anos de highway.
Quem teve a chance de ir num show da banda que deveria durar somente um dia, sabe qual é a sensação de admirá-los profundamente.
Chame do jeito que você quiser, mesmo não sabendo o que é rock n’ roll, um óculos maneiro do John ou o olhar arrepiante de Paul.
E que viva o Rock Nacional dos Engenheiros do Hawaii hoje e sempre. Aquele rock bate-cabeça ou ‘’melancólico’’. O gênero mais polêmico de todos. O rock de ontem e de hoje, que faz até o papa virar pop.
De fato, existe sentimento àqueles que sabem do que eu estou falando.
E que venha mais e mais “13 de julho”. Por que todos sabemos, que seremos a memória dos dias que virão... Eles virão!



Feliz Dia do Rock!

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segunda-feira

Notas mentais - Mapas do Acaso


E nas notas mentais do livro "Mapas do Acaso", de Humberto Gessinger, há um trecho que nos faz refletir sobre as coisas simples que a vida nos proporciona.

Deus continua nos detalhes e as coisas simples continuam sendo as melhores. Não seria um par de parágrafos que me faria mudar de opinião. Quando eu era criança, e quando meu pai estava com a barba por fazer, ele esfregava a palma da minha mão no seu queixo. Cócegas, eu morria de rir. E tudo era bom. Não durava muito. Não durou muito.
Raquetes de tênis deixaram minhas mãos cheias de calos. Cordas de guitarra deixaram meus dedos cheios de calos. Foi-se a pele fina, sensível. Mas não se iluda ao analisar o design tosco de um besouro. Contra toda expectativa, contra qualquer explicação, ele voa. Basta uma bola bem batida, ou um acorde bem tocado, para tudo ficar bem. Não dura muito, mas sempre volta a acontecer.

quem não sabe finge saber quando vê o ouro brilhar
quando ver o couro comer e o besouro voar.

Nota mental para uma próxima vida: leia o livro "Mapas do Acaso - 45 Variações Sobre Um Mesmo Tema"

Editora: Belas Letras

Clique aqui para garantir o seu exemplar "MdA45".

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Feliz aniversário, Licks!


No dia 28 de maio de 1956, nascia em Montenegro/RS um dos grandes ícones do rock nacional, o grande Augusto Moacir Licks. Para os fãs: grande Licks; para os íntimos: Augustinho.
O Blog Parabólicas Hawaiianas deseja ao melhor guitarrista EngHaw muita saúde e felicidade. E que sim, sempre sentiremos saudade da melhor geração, formação GLM, mas sabemos que as lembranças serão as melhores testemunhas para quem vivenciou aquela época.
Parabéns ao eterno e único guitarrista, que revolucionou em seus riffs as melhores canções.
Feliz aniversário, Licks!


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quinta-feira

A lenda Humberto Gessinger.



Pedro Bial referindo-se a Humberto Gessinger:

“Um homem que fala aos corações de jovens, que fala de si, sem saber que fala de todos.
Um homem que em segundos viaja do amor ao ódio.
Um homem que com letras mágicas, palavras verdadeiras, fez alegrias, tristezas e sabedoria.
Um homem que diz que não sabe por quê... Merece ser chamado de gênio.”



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Abilolando no Mundo Novo de Carlos Maltz.


O primeiro baterista e co-fundador da banda Engenheiros do Hawaii, Carlos Maltz, lançara em 2010, o seu primeiro livro, Abilolado Mundo Novo.
No livro, além do "bate-papo-pop" com os internautas, Maltz resume em forma de palavras, a sua trajetória  e sensações que passara com os Engenheiros do Hawaii.
Abaixo, segue um dos melhores trechos do livro Abilolado Mundo Novo.

"No dia 11 de janeiro de 1985, em comemoração ao término do ano letivo, o pessoal do diretório acadêmico da faculdade de Arquitetura promoveu uma festa, cuja atração principal era uma banda formada unicamente por alunos da faculdade.
Desde o vestibular, em 1980, quando ganhei minha primeira bateria, vinha tocando em grupos amadores, gostava muito da "coisa", mas nunca cheguei a pensar em encarar profissionalmente.
Quando o pessoal da faculdade veio com o convite para a festa do dia 11, achei divertido. Já tinha tocado algumas vezes com o Carlos Stein (que veio a ser o guitarrista da banda Nenhum de Nós). E, uma vez, com o Humberto Gessinger que na época tinha uma guitarra semiacústica e fazia umas letras bem "esquisitas".
Eu, Stein, Gessinger e um cara da faculdade que tocava baixo, o Marcelo Pitz, fizemos então a primeira formação dos Engenheiros do Hawaii. Quem inventou o nome foi o Gessinger. Era uma "tiração de sarro" em cima dos caras da Engenharia que viviam no bar da arquitetura atrás das "nossas meninas". Tinha a ver com "surfista calhorda", aqueles caras que não surfam nada e ficam passeando com a prancha em cima do carro para impressionar a galera.
O show foi um sucesso e acabamos sendo convidados para tocar em uma casa noturna chamada "433". Passamos o verão ensaiando, em março, já como um trio (Humberto Gessinger na guitarra e voz, Marcelo Pitz no baixo e vocais e eu na bateria), começamos uma temporada de shows que acelerou o caminho para a profissionalização. Rapidamente estávamos gravando umas fitas-demo com os primeiros sucessos do grupo: "Spravo", "Segurança" e "Sopa de Letrinhas".
Ao contrário do que acontece hoje, algumas rádios da época, especialmente a Rádio Ipanema FM, tinham um espaço aberto para a produção local, e nossas fitas começaram a tocar diretamente.
Aproveitando o sucesso, começamos a viajar pelo interior do Rio Grande do Sul, ganhando algum dinheiro e muita experiência.
Ainda em 1985, um curso pré-vestibular de Porto Alegre organizou um festival reunindo as 10 maiores bandas da cidade no "Gigantinho". Éramos uns novatos ilustres desconhecidos, mas as músicas estavam "pipocando" na rádio Ipanema. Ocupamos a 10ª vaga.
Um "olheiro" da Gravadora RCA assistiu ao festival. Escolheu cinco bandas e fechou um contrato para a gravação de um "pau-de-sebo": o Rock Grande do Sul. Lá estavam os ilustres desconhecidos. Os favoritos eram Replicantes e Garotos da Rua. Eles foram para o Rio, gravar no estúdio principal, e para nós sobrou um estúdio semiabandonado em São Paulo. Era um lugar congelado no tempo, parecia que tínhamos voltado para os anos 1960. Desde o produtor, até os instrumentistas, passando pela decoração do estúdio, tudo cheirava a Jovem Guarda.
Gravamos "Sopa de Letrinhas" e "Segurança" e fomos a "zebra" da coletânea. Em poucos meses estávamos de volta a São Paulo (dessa vez, por livre e decidida vontade), para gravar o nosso primeiro disco elaborado. Era o tempo das bandas urbanas: Legião Urbana, Plebe Rude, Paralamas do Sucesso, RPM, Capital Inicial. Queríamos com uma cara mais romântica, por isso aquela paisagem bucólica e o nome Longe Demais das Capitais. 
O disco tocou de "A a Z" e nós nos tornamos uma banda nacional. Éramos, em pouco mais de um ano, um dos maiores fenômenos de sucesso de um artista da música do Rio Grande do Sul de todos os tempos. Com uma produção semicaseira, ainda ensaiando na casa dos meus pais em Porto Alegre, lotávamos ginásios no Brasil inteiro. "Congelamos" a faculdade. Éramos músicos profissionais.
No ano de 1987, já estávamos preparando o próximo: A Revolta do Dândis. Marcelo Pitz, que era um cara meio zen, não aguentou o estilo neurótico-maníaco-depressivo que os Engenheiros do Hawaii cantavam e viviam e caiu fora antes do começo das gravações.
Mais ou menos naquela época, fui a um show da banda Echo and the Bunnymen, no Canecão, no Rio. Fiquei um tempão trocando ideia com o Augusto Licks, que era guitarrista do Ney Lisboa, um antigo ídolo nosso de Porto Alegre. Quando cheguei no hotel, falei pro Humberto: "Cara, tu não vai acreditar, sabe com quem eu tava falando?" Com o Augusto Licks". E ele: "Vamos convidar o cara para entrar na banda".
Quando o Pitz saiu, ficamos eu e o Humberto ensaiando sozinhos. Ele havia comprado um dos baixos Rickembaker do Pitz e precisávamos de um guitarrista. Augusto aceitou. Em pouco meses estávamos no estúdio gravando A Revolta dos Dândis. Aquele disco marcou o início de uma parceria de durou até 1994, rendeu 7 discos. Todos foram Disco de Ouro e um O Papa é Pop alcançou a Platina, que naquela época era para vendagens acima de 250.000 cópias no primeiro ano de vendas dos disco. O trio "G.L.M" escreveu o seu nome no panteão do rock brasileiro.
Fomos amados, odiados, bombardeados pela crítica, lotamos ginásios, fomos a Moscou, Japão, Estados Unidos e nos separamos em 1995, sem nenhuma elegância."

Editora: Via Lattera.

Gostou deste mega trecho do livro Abilolado Mundo Novo?
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E já está no forno a segunda edição, escrito por Carlos Maltz: AMNII - #pensarÉgrátis... (ainda)
Para ficar por dentro das novidades, siga no twitter: @carlosmaltz e @abiloblog

Garanta o exemplar Abilolado Mundo Novo AQUI!



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domingo

Pra Entender – Luís Augusto Fischer

No livro “Pra ser sincero 123 variações sobre um mesmo tema” de Humberto Gessinger, o amigo e um renomado professor e crítico literário de Porto Alegre – Luís Augusto Fischer – retrata o lado “dele” sobre o líder e a banda Engenheiros do Hawaii.


Pra Entender – Luís Augusto Fischer

(Pra Ser Sincero 123 Variações Sobre um mesmo tema – Humberto Gessinger)

“Fazer sentido, aí está: para mim e, muito mais importante, para seus entranhados fãs, Humberto Gessinger ajuda a fazer sentido, a compor significado na vida, presos que estamos nesses paradoxos, como o de estarmos correndo muito, talvez para o lado errado.”
[...]
“Vista a situação daqui do alto, panoramicamente, numa hipotética mesa de bar, o prezado leitor diria que é qual o ideal de um artista? Como se pode saber que um artista deu certo?
Sucesso de público? Pode ser. O cara vive do que faz, pinta, escreve, canta, compõe, desenha, filma, porque tem bastante gente ali, do outro lado, que paga para receber o produto que o artista concebeu e deu à luz, que fica feliz quando entra em sintonia com o que ele inventou que compartilha sentimentos profundos e difíceis de traduzir ao ter contato com a obra dele, que convive melhor com coisas que já estavam dentro de seu coração e sua alma, mas que nem pareciam estar ali.
Sucesso de crítica? Também pode ser. O artista acertou a mão no quadro, no romance, na canção, na gravura, no filme, mas acertou num nível sofisticado e sutil, que chamou a atenção da crítica especializada e a fez delirar, a fez pirar o cabeção, a fez vibrar pelo encontro com arte tão significativa. Pode até ser que o público em geral não tenha gostado tanto; mas se aqueles leitores especiais que são (na melhor hipótese) os críticos prestaram atenção e bateram palma, é porque o artista chegou lá.”

Editora: Belas Letras

Compre o livro PSS123 AQUI!

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terça-feira

Nas Entrelinhas do Horizonte - Humberto Gessinger


"O mundo é ímpar, não dá para dividi-lo em duas metades iguais. Muito menos ver a linha imaginária que separa a infância da vida adulta. Contemplando o horizonte embalado pela trilha sonora que o tornou um dos ícones do rock brasileiro, Humberto Gessinger evoca neste livro a memória afetiva para construir crônicas pulsantes e arrebatadoras, em que cada página é uma janela onde passado, presente e futuro se misturam para compor juntos a cena. Uma paisagem que só pelas entrelinhas revela a força da sua música e da sua poesia".

Editora: Belas Letras

Já está no ar a pré venda do livro novo do nosso loiro favorito! Quem quiser dar uma conferida, é só dar uma passadinha na Sempre Ler através desse link. Lembrando que o livro vem com autógrafo e mais alguns regalos, aproveite!

sábado

3x4

Quem já leu o livro "Pra Ser Sincero - 123 Variações Sobre Um Mesmo Tema" (Humberto Gessinger) se recordará do trecho, aonde, o Humberto fala sobre a Adriane Sesti. A linda 3x4 de sua vida.
Abaixo, um dos melhores trechos do PSS123:


Juntos para sempre, objeto e observador.
Física moderna, velhas canções de amor.

Pra ser sincero, sorte mesmo, e sorte grande, foi casar com Adriane. Luz que não produz sombra.
Estudamos no mesmo colégio e fomos colegas na Arquitetura. Uma das primeiras coisas que ela me disse foi que eu era diferente do que parecia. O tom de voz sugeria um elogio. Até hoje tenho dúvidas.
Será que ver de perto ou de longe muda tanto as coisas?
[...]
3x4
Dedicada à Adriane.
De fato, perdi minhas chaves na primeira vez que fui à casa dela. Tri a fim de causar uma boa impressão, acabei fazendo todo mundo revirar móveis procurando um chaveiro do Snoopy. Não tive coragem de expor minha tese sobre sumiço de objetos, mundos paralelos, etc. Melhor ficar com fama de trapalhão do que de maluco.
Anos depois, me dei conta de que era um sinal. Uma premonição que não tive. Tava na cara que ia ser pra toda vida.

Editora: Belas Letras

Cai entre nós que esses trechos são lindos.
Vale à pena ler o livro "Pra Ser Sincero", assim, como os outros livros de Humberto Gessinger.

Você não tem os livros do HG?
Passa lá, no site oficial da livraria Sempre Ler: http://sempreler.com.br/
Livros com ótimos preços, combos e dependendo, frete grátis!

Aproveita!

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terça-feira

Formações EngHaw

Nesses vinte e poucos anos de Engenheiros do Hawaii, o Humberto Gessinger já passou por muitas formações com a banda.
E para matar um pouco da saudade, abaixo, seguem as fotos de cada formação.


1985: Carlos Maltz - Humberto Gessinger - Marcelo Pitz.



1986 - 1993: Augusto Licks - Humberto Gessinger - Carlos Maltz.



1994: Carlos Maltz - Ricardo Horn - Humberto Gessinger.


1995: Ricardo Horn - Carlos Maltz - Humberto Gessinger - Paolo Casarin - Fernando Deluqui.


 1996: Adal Fonseca - Humberto Gessinger - Luciano Granja.


1997 - 2000: Luciano Granja - Humberto Gessinger - Adal Fonseca - Lúcio Dorfman.


2001 - 2004: Paulinho Galvão - Humberto Gessinger - Bernardo Fonseca - Glaucio Ayala.




2005 - 2008: Glaucio Ayala - Humberto Gessinger - Pedro Augusto - Bernardo Fonseca - Fernando Aranha.


Você que é fã de fé, fã de casa ou apenas um admirador da banda, diga-me: qual é a sua formação EngHaw preferida?
COMENTEM!

Site Oficial dos Engenheiros do Hawaii: 
http://www2.uol.com.br/engenheirosdohawaii/

Blog Parabólicas Hawaiianas no twitter: @BPH_EngHaw


quarta-feira

Como surgiu o Blog Parabólicas Hawaiianas?



Em outubro de 2009, uma fã dos Engenheiros do Hawaii decidiu homenagear a banda que deveria durar só uma noite. Surgiu a primeira fonte: criar um fotolog. - Mas com o passar do tempo, a ideia de um Blog. Virou: Blog Parabólicas Hawaiianas.

De lá pra cá, as amizades do Hawaii vieram, e hoje são duas marias-engenheiras que moderam o BPH: Ana e Ellen.

De fato o Blog Parabólicas Hawaiianas é uma dedicatória aos Engenheiros do Hawaii, mas claro, feito para os fãs de fé e de casa, por aí e por acaso, nessa infinita highway!