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sábado

Diário de Fã - Emerson Rickenbacker



A história de hoje veio direto da cidade maravilhosa, pois o carioca fã de fé e de casa, Emerson Rickenbacker, nos enviou a sua singela história sobre o início da sua admiração pela música de Humberto Gessinger.
Simbora ler?

"Minha memória mais antiga, em relação aos Engenheiros do Hawaii, remete a novela global Hipertensão, exibida em 1986. O personagem interpretado por Taumaturgo Ferreira, filho da poderosa da cidade, vivia dando "cavalos de pau" com seu carro, ao som de Toda Forma de Poder. Lembro do Longe Demais Das Capitais nas prateleiras da Mesbla, mas foi o disco seguinte, que me despertou para a banda.                                                                                      

Passei as férias, do início do ano de 1988, no interior do RJ, onde ouvíamos direto a Rádio Cidade FM. A Revolta dos Dândis era o single do disco da capa amarela. Bem executada, abriu caminho para Infinita Highway.

Vivia soltando pipa cantando essas músicas, o que despertava a curiosidade dos outros moleques da turma. Certo dia, um deles emendou:                         
 - " O cara que canta essa música é muito esquisito !"                               
-  " Esquisito, como? Ainda não vi a cara dele."                                                
 - " Ah, sei lá ! Eles vão participar do Globo de Ouro, amanhã."               
Fiquei com a pulga atrás da orelha. Conhecia as músicas da banda, mas nunca tinha visto uma foto dela. Coisas da longínqua "era internet".     
                                                      

Eis que, em um domingo a tarde, vejo o trio pela primeira vez, pela tv.           
Minha primeira impressão ao ver o "Alemão", foi pensar: "Até que o cara não é tão estranho assim !"         

Acho que os cariocas, ainda não estavam acostumados com os gaúchos, naquela época. "Longe Demais das Capitais", sacaram agora? ;)

                      
Final de férias, volta prá casa e a primeira coisa a fazer, foi pedir dinheiro a minha mãe, para comprar o Revolta.     

Quase furo o disco de tanto ouvir. É o meu preferido até hoje.

                                

Em junho de 1988, acontece o festival Alternativa Nativa, onde assisto ao primeiro show da banda, no Maracanãzinho, aos 14 anos.

Daí em diante, foi só seguir a highway, até os dias de hoje."




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domingo

Diário de Fã - Gêciara Sousa


Hoje será a linda Gêciara Sousa, de São José de Piranhas/PB, que contará a sua história sobre a sua admiração pelos Engenheiros do Hawaii; e sobre um fato radiante que aconteceu com ela em dezembro de 2012.
(Twitter: @_geciara)

Simbora ler?


"Oi, gente! Nunca apareci por aqui, mas resolvi contar minha história. Nesse "Diário de fã", eu não vou falar sobre discos, e sim de uma foto (isso mesmo, uma foto!). Acredito que como muitos fãs, as redes sociais ajudaram a aproximar o contato com o Humberto, e devo ao dono do twitter a história que vou contar aqui. 

Bom, era véspera de GessingerDay, e todos estavam mudando os avatares do twitter para fotos com o HG. E eu, entre as poucas pessoas que não tinha um avatar com o Gessinger, e fui chorar no twitter. Só que adivinhem que viu o tweet? O Humberto! E ele respondeu que precisávamos dar um jeito, eu pensei: "Nossa, ele me respondeu!!", mas pensei também que as coisas só iam ficar naquilo, até falei que nós em 2012 daríamos um jeito. Só que quando clico nas “mentions”, quem aparece? O Humberto (de novo), com “nossa” foto! Vocês não tem noção do quanto fiquei feliz, e de quanto meu amor só aumentou desde aquele dia, amor que não cabe em nenhum encarte de CD. Por meio daquela foto até fiz uns amigos. “Nossa” foto já tem um ano e seis meses, e vejo-a sempre! Se alguém quiser me deixar feliz, é falar da nossa foto. Vocês não imaginam como fico quando falam: “Você não é a guria da foto com o Humberto?”

Enfim, é isso! Amo ser fã de um cara tão gênio quanto esse gaúcho, e meu amor por ele só faz crescer mais a cada dia. Beijo!"

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(Clique na foto deste post para visualizar com melhor qualidade)

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terça-feira

Diário de Fã Longe Demais das Capitais - Ana Clara Magalhães



É com muita satisfação que publicaremos a história de uma das nossas moderadoras, Ana Clara (Nana para os íntimos). A Ana nos conta como iniciou a sua admiração pelo primeiro disco dos Engenheiros do Hawaii e da importância que este disco tem na sua vida.
Leia a singela história da nossa mineirinha mais linda!

(Twitter: @anacmi)


"Oi lindos! Cá estou euzinha escrevendo mais um Diário de Fã para vocês, mas dessa vez é para falar do meu disco favorito do mundo inteiro. Não me perguntem porquê, mas esse disco sempre mexeu muito comigo e eu tenho histórias muito memoráveis com ele.
Uma história engraçada que quero contar, foi quando eu descobri que meu pai é tão fã de Engenheiros quanto eu. Estávamos nós dois arrumando a casa (minha mãe tinha viajado e queríamos fazer uma surpresa para ela, quando voltasse) quando eu viro para ele e digo: “Pai, se importa se eu colocar umas músicas?” e, obviamente, ele diz que não. Eis que me dá vontade de colocar pra tocar o LDDC e me assusto quando meu pai começa a cantar TODAS as músicas do disco comigo.
 Juro que vocês não têm noção do quão feliz eu me senti naquele momento. Ainda mais quando papai disse, assim mesmo: “Filha, tenho orgulho do seu gosto musical.” É pra morrer ou não?
E, claro, não posso deixar de dizer que foi a linda da Ellen que me deu o CD de presente! E autografado com meu nome, ainda por cima (aqui é o espacinho que eu uso pra agradecer pela milésima vez, obrigada, obrigada e obrigada, Ellen! *--*)!!
Enfim, não tenho como explicar o quanto eu amo esse CD, de verdade. Mas as coisas do coração não são para ser explicadas, né?"


Gostou da história da Ana? Comente!

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domingo

Diário de Fã - Longe Demais das Capitais


No dia 10 de fevereiro de 2013, o Humberto Gessinger tocou na íntegra via twitcam o primeiro disco dos Engenheiros do Hawaii, o Longe Demais das Capitais. Foi o primeiro álbum que deu um pontapé inicial à uma banda que deveria durar só uma noite.
E claro! O Blog Parabólicas Hawaiianas vem através deste post anunciar que está no ar o Diário de Fã deste disco.

E aí, você tem história com o disco Longe Demais das Capitais, ou/e com alguma canção do mesmo?
Se sim, nos envie para o contato: parabolicashawaiianas@yahoo.com.br - com o nome completo, uma foto relacionada à sua história, localidade e twitter (opcional).

Sim, ficaremos extremamente contentes em publicar a sua história neste espaço feito para os fãs do HG!

PARTICIPE!

PUBLICAREMOS HISTÓRIAS DOS FÃS E ADMIRADORES ATÉ A DATA: 05/03/13.


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sexta-feira

Diário de Fã - Humberto Gessinger Trio



Sabemos que no dia 24/12/12, por problemas técnicos, não aconteceu a twitcam tão esperada do disco "Humberto Gessinger Trio", lançado em 1996.
Mas nem por isso que deixaremos de lançar o nosso penúltimo Diário de Fã, refente aos discos dos Engenheiros do Hawaii.

O Blog Parabólicas Hawaiianas está querendo saber se o fã de fé e fã de casa tem história com esse álbum. E aí, tem?
Então fique à vontade em escrever o que você sente, ou/e como iniciou a sua admiração por esse disco.

Basta enviar a sua história para parabolicashawaiianas@yahoo.com.br - com o nome completo, localidade, uma foto relacionada à sua história e twitter (opicional).
Ficaríamos muito felizes em publicar a sua história em nosso Diário de Fã - Humberto Gessinger Trio.

PARTICIPE!

PUBLICAREMOS HISTÓRIAS DOS FÃS E ADMIRADORES ATÉ A DATA: 10/01/13.


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Nota de rodapé: ainda não foi remarcada a data para a twitcam HG Trio, mas em breve, o @1bertoGessinger anunciará através do seu twitter. É só ficar ligado!

Diário de Fã - O Papa É Pop


Na última terça-feira (11/12), o Humberto Gessinger tocou na íntegra via twitcam o disco O Papa É Pop, o quinto disco oficial dos Engenheiros do Hawaii, lançado em 1990.

O Blog Parabólicas Hawaiianas está querendo saber se o fã de fé e fã de casa tem história com esse álbum. E aí, tem?
Então fique à vontade em escrever o que você sente, ou/e como iniciou a sua admiração por esse disco.

Basta enviar a sua história para parabolicashawaiianas@yahoo.com.br - com o nome completo, localidade, uma foto relacionada à sua história e twitter (opicional). 
Saiba que teremos a honra de publicar a sua história neste mero Diário de Fã.


PARTICIPE!

PUBLICAREMOS HISTÓRIAS DOS FÃS E ADMIRADORES ATÉ A DATA: 23/12/12. 

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terça-feira

Diário de Fã - Minuano

Para estrearmos o mês de outubro com boas canções, o músico Humberto Gessinger tocou na íntegra o disco "Minuano", via twitcam. - Realizada no dia 14/10/12, ás 21h.

E como você já suspeitou desde o principio, nós estamos estreando o nosso "Diário de Fã - Minuano", um espaço para que o fã conte a sua história sobre esse disco de 1997. 

E aí, têm história com o disco Minuano e deseja contar-nos?

Envie para o e-mail: parabolicashawaiianas@yahoo.com.br - com o nome completo, localidade, uma foto relacionada à sua história e twitter (opicional). 
Teremos a honra de publicar a sua história no Blog Parabólicas Hawaiianas.

PARTICIPE!
PUBLICAREMOS HISTÓRIAS DOS FÃS E ADMIRADORES ATÉ A DATA: 10/11/12. 


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quarta-feira

Diário de Fã - Gessinger, Licks & Maltz

Todos os meses o Humberto nos surpreende com mais uma twitcam maravilhosa. Dessa vez, não foi diferente! 
E sim, cá estamos nós estreando o Diário de Fã – Gessinger, Licks & Maltz
Tem uma história especial com esse dico e quer contar pra gente? 

Nome completo, localidade, uma foto relacionada à sua história e twitter (opcional).
Teremos a honra de publicar a sua história no Blog Parabólicas Hawaiianas.

PARTICIPE!

PUBLICAREMOS HISTÓRIAS DOS FÃS E ADMIRADORES ATÉ A DATA: 10/10/12


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quinta-feira

Diário de Fã Dançando no Campo Minado - Cristiellen Sousa



E para iniciarmos com chave-de-ouro o nosso "Diário de Fã - Dançando no Campo Minado", leia a cativante história da fã Cristiellen Sousa, de Minas Gerais.
(Twitter: @Criis_EngHaw)

"Bom, mesmo que o CD "Dançando no Campo Minado", não seja meu preferido, vou contar um pouco da minha história e do carinho que tenho pelo disco.
Acredito que não só eu, mas como a maioria dos "De Fé", fizeram grandes amigos através das redes socias e por um único motivo: Engenheiros do Hawaii. E por esse meu amor pela banda, conheci uma pessoa muito especial, e que sinceramente considero como um grande amigo. Conversávamos todos os dias pelo facebook e ainda tínhamos assunto. Sabe aquela conversa que você nem vê o tempo passar de tão divertida que é? Éramos exatamente assim!
Alguns meses se passaram e a gente seguia sempre nesse ritmo, íamos nos conhecendo cada vez mais. Num certo dia, o Humberto Gessinger postou no twitter uma nova data de show do Pouca Vogal, seria em Sete Lagoas-MG. Quando vi, fui logo pedir ao meu pai que me levasse, pois já fazia um bom tempo que não ia a um show; e ele como um bom companheiro, e por também gostar de Engenheiros, não se recusou ao meu pedido. Nisso, por incrível que pareça, esse mesmo amigo também iria nesse mesmo show.
Quando soube, pulei de alegria, "Caraca, eu vou conhecer ele", mas ao mesmo tempo em que estava feliz, também estava com o pé atrás, tipo "Como será que vai ser?", "E se eu não tiver assunto?", "Putz, eu sou muito anti-social". Enfim, fiquei bastante nervosa, mas ao mesmo tempo na esperança de que desse tudo certo.
Estávamos preparando tudo; eu e meu pai iríamos para BH, e de lá, pegaríamos a van que o pessoal estava organizando pro show e iríamos para Sete Lagoas. Por esse amigo também ser de BH, iríamos juntos.
Tudo parecia estar conspirando a favor; cheguei a ganhar num sorteio, um ingresso pro show (e olha que é raro eu ganhar algo nessas coisas), e alguns dias antes, esse amigo puxou conversa no face dizendo "Escolhe algum CD dos EngHaw que tu não tenha, que vou te dar um no dia do show". Na hora, não acreditei muito, "Por que ele daria um CD já autografado pra mim? Vai ficar em falta na sua coleção!". Perguntei se estava falando sério e ele respondeu que sim, (Claro que estabeleceu quais eu poderia escolher, porque vamos combinar que não é fácil encontrar todos os CD's dos Engenheiros, né?). Entre os citados, fiquei em dúvida entre o "Simples de Coração", que é meu CD favorito e o "DNCM", que é meu segundo favorito; mas como eu havia visto o Simples pra comprar em um site, escolhi o Dançando no Campo Minado.
No dia anterior do show, eis que surge a notícia: "Cris, não conseguimos fechar a van, então não vamos mais." Fiquei meio revoltada, mas não tínhamos muito o que fazer!
Semanas depois, HG posta novamente outra data de show, dessa vez em Nova Serrana (16/03/12). Por ficar à 50 minutos da minha cidade, era certo de que eu iria. Quando contei ao meu amigo, ele disse que também iria, então foi mais um motivo de alegria, pois o que não aconteceu naquele show, estava prestes a acontecer nesse.
Nos dias próximos ao show, nossas conversas eram mais ou menos assim: "Não ligue se eu não falar muito, ok?", "Ah, mas se tu ficar calada, vai ver!", "e se não for, eu te mato, kkkk'" (Reparem no carinho das pessoas, mas ok! rsrsrs').
Chega então o dia; eu, meu pai e meu primo, seguimos viagem para Nova Serrana. Chegando lá, o esperamos na rodoviária para irmos pra casa de show juntos, já que pra ele, a cidade era mais distante. Quando chegou, não vi nada em suas mãos, ele não estava segurando nenhum CD. Pensei por um instante que tudo o que ele havia dito, não passava de uma brincadeira, mas não me importei, afinal, ele estava ali, o chato que eu vinha conversando todas as noites e durante meses, estava ao meu lado.
Entre conversas e brincadeiras pra passar o tempo, de repente ele tirou do bolso o CD e ainda disse "segura isso antes que eu me esqueça". Ao vê-lo e ainda autografado pelo 1berto, fiquei surpresa, pois podia jurar que ele não havia levado. Os fãs que também aguardavam o show, olhavam pra minha mão e falavam baixinho sobre o disco.
Quando o Gessinger e o Duca entraram no palco, eu aproveitei que estava com o CD nas mãos, levantei o braço e gritei "Heeeeeey Humberto, quero TwitCam desse CD em?". Por estar na primeira fila, ele olhou pra mim e sorriu, e um sorriso vindo dele já demais pra qualquer fã, né? rsrs. <3
Enfim, não só por ele ter sido presente de um amigo e por ser entregue em um dia especial, eu sempre gostei do disco. Não sei o motivo exato, mas pra mim, as músicas que o compõem são simplesmente demais (assim como tudo o que o HG escreve), e talvez por ele ser um disco mais "elétrico", me chama mais atenção; sem contar que a introdução de "Duas Noites no Deserto", "Rota de Colisão" e "Fusão a Frio" me fascinam, rsrsrs. São músicas que me acompanham nos fones, sempre!
E é isso gente, desculpe se eu me excedi e acabei falando demais, mas tinha que dividir com vocês cada detalhe do carinho que tenho pelo "DNCM"! 

Abraços à todos!
Cris! =)" 

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sexta-feira

Diário de Fã - Caliandra Segnini

1- Porto Alegre, gravação do DVD do Pouca Vogal
2- Sessão de autógrafos do livro "Meu Pequeno Gremista"
3- Sessão de autógrafos do livro "Mapas do Acaso"
Dessa vez, quem nos conta sua história (emocionante, devo resaltar) é a Cali Segnini (Twitter: @Cali_Segnini), de São Carlos - SP. Simbora ler?

"O primeiro “não” de um jornalista 


Quando o professor Samuel sugeriu a criação de um blog e nos livrou da prova do último bimestre, uma ideia brilhante surgiu na minha cabeça: era a hora de entrevistar o Humberto Gessinger. Sim, sou fã do Humberto Gessinger, aquele gaúcho, loiro e cabeludo dosEngenheiros do Hawaii. Não sei dizer desde quando sou fã. Na minha memória, desde sempre. Não me lembro de uma música ou um fato que tenha despertado o meu fanatismo, nem posso dizer que os meus irmãos mais velhos me influenciaram.Simplesmente não sei como aconteceu, só sei que sempre foi assim. 

Pode não parecer, mas eu sou tímida. Sim, muito tímida. Sou fã, admiro o trabalho do Humberto, mas não sou “tiete”, não fico gritando em porta de hotel, não quero casar com ele e nem faço coro de “lindo, tesão, bonito e gostosão”. Não que eu discorde de algumas dessas coisas, mas eu não consigo fazer, e não sou desse estilo de fã. Ok, mas sou fã, e todo fã faz algumas loucuras pelo seu ídolo. 

Já fui até Porto Alegre só pra participar da gravação de um DVD, sentei na primeira fila na esperança que o Humberto visse que eu estava lá… É, ele não me conhece, não faz sentido, mas isso é coisa de fã, de querer apenas um olhar, de querer apenas que o seu ídolo saiba da sua existência. Também já participei da plateia de um programa de televisão, da Globo, e fiz pergunta só para que o meu ídolo soubesse, mais uma vez, que eu estava lá. Quase morri quando o Humberto me olhou nos olhos para me responder. Conheço fãs que já fizeram muito mais e até viraram amigos do Humberto Gessinger, mas esse é o meu limite. É o limite da minha vergonha. Lembro que uma vez, na saída de um show em São Paulo, oHumberto e a esposa entraram num carro pra dar a volta no quarteirão porque o hotel que eles estavam era bem em frente à casa de shows.Alguns fãs, espertos, correram para o hotel e conseguiram tirar fotos com o HG, enquanto eu fiquei parada na porta da casa de shows, olhando aquela confusão e morrendo de vergonha da Adriane, esposa do Humberto. Imagina que eu iria correr pra pedir fotos e autógrafos com a esposa dele do lado?! Nunca! E o medo que ela pensasse que eu era uma tiete abusada dando em cima do marido dela? Tô fora. 

Depois de tudoisso, vieram as redes sociais. Quer dizer, elas já estavam por aqui, mas aí o Humberto criou uma conta no twitter. Foi então que eu descobri que meu ídolo era uma pessoa comum. Apesar de conhecer toda a história entre ele e a Adriane, foi quase mágico acompanhar a relação dos dois via twitter. A Clara, filha do Humberto e da Adriane, também era um ser meio mítico pra mim. Quem escuta “Parabólica” sabe que a música foi feita pra ela, e de repente viro plateia da vida do meu ídolo e não só de sua obra. 

Não sou tiete, mas sou chata. Além de seguir o Humberto, Clara e Adriane no twitter, eu sempre faço questão de me meter em alguma conversa só para que, como sempre, meu ídolo saiba que eu estou ali. Acho que ele já cansou de ver minha @ no twitte, mas eu continuo ali. 

Eu sei que parece que eu me perdi do tema deste post, mas se eu não contar a minha história de fã, o resto não vai fazer sentido. 

Juntei meu grupo, criei o blog para o trabalho final da matéria do Samuel, e não saía da minha cabeça que eu agora “tinha motivos” para pedir uma entrevista com o Humberto Gessinger. Imagina! Era a oportunidade que eu queria! 

Todo mês o Humberto faz uma twitcam, com duração de uma hora, e consegue atrair em média 3mil fãs. Além disso, ele tem um blog onde escreve semanalmente, e o twitter de uso diário. Pensando nisso e na minha história de fã, de como as redes sociais me aproximaram do meu ídolo e me fizeram ver que ele é humano, de como aprendi a admirar o caráter do HG e não só a sua obra, resolvi pedir uma entrevista sobre todos esses temas. Antes de fazer contato com o Humberto, eu pedi uma força pra Adriane… sabe aquele empurrãozinho, incentivo? Ela me disse que o Humberto não se negaria a me responder! Ok, era tudo o que eu precisava. Enviei primeiro um tweet e, depois, estufei o peito, criei coragem, e enviei um email para o Humberto, meu ídolo, pedindo uma entrevista pra um trabalho de faculdade.Noemail me apresentei como fã e futura jornalista. Enquanto a resposta não chegava, revirei a internet em busca de informações sobre músicos que fazem twitcams, relação ídolo x fã, redes sociais, e li várias entrevistas doHumberto. Várias. No dia seguinte, a resposta do email: 

“Bah, Cali, não aguento mais repetir as mesmas coisas! rsrsrrssrsrsr Sério, tenho separado um dia por mês para este tipo de entrevista… o de novembro já foi.Boa sorte no trabalho!”

Pensei em mil coisas na hora que li este email… “não pode ser ele!”, “ele me chamou de Cali”, “levei um fora!”… foram tantas emoções, que demorei pra perceber que aquele era só o primeiro “não” que eu receberia como jornalista. Mas, poxa, tinha que ser logo do meu ídolo? As redes sociais me fizeram ver que o Humberto Gessinger era uma pessoa comum. É contraditório, eu sei. Em certos, momentos a aproximação virtual fez esquecer que ele era meu ídolo. E no instante que levei o “fora” foi como se, novamente, subisse uma barreira entre fã e ídolo. 

Confesso que fiquei chateada, um pouco triste, talvez até decepcionada, mas logo passou quando eu relembrei tudo que me faz ser fã do Humberto Gessinger. É uma questão de identificação com a obra dele, seja ela musical ou literária, e o HG sempre esteve comigo, diariamente, nos meus fones de ouvido. Não há um só dia na vida que eu não escute a voz dele. Sou fã, sempre serei, e tenho orgulho disto. 

Tive a honra de tomar meu primeiro “não” como jornalista do meu ídolo. Sim, foi uma honra. Agora não tem como esquecer. 

Obrigada, Humberto Gessinger. Tudo na vida tem o lado bom e o lado melhor ainda, né? Antes do “não” o HG já havia me dado “sim” em rede nacional… o maior mico da minha vida, a maior vergonha… coisas que a gente faz por um ídolo! 

Assista ao vídeo: http://youtu.be/1WZWRM8v8SE 

E, pra quem teve paciência de ler essa história (ou seria “e-stória”?) até aqui, saiba que não é o fim dessa relação ídolo x fã e, tampouco, apenas o início de uma carreira de jornalista. 

Tem como plagiar abraços?! rs… 

Um abraço!!! Caliandra Segnini


OBS: Este texto foi escrito em novembro de 2011 para uma disciplina do curso de jornalismo. Por este motivo, tive que explicar algumas coisas que vocês, fãs como eu, já sabem."

Gostou dessa história e quer enviar a sua também?
É muito fácil!
PARTICIPE! Instruções

quarta-feira

Diário de Fã - Dançando no Campo Minado


14 de agosto de 2012: Mais uma twitcam mensal para salvar as nossas vidas...
E o disco/tema que o Humberto Gessinger escolheu dessa vez foi "Dançando no Campo Minado", com direito a uma entrevista exclusiva no final da apresentação - isso mesmo! 
E aposto que você, fã de fé e fã de casa, tem sua história com esse álbum!
É por isso, cá estamos nós, de novo, com mais um “cantinho de histórias”, no ar: “Diário de Fã –  Dançando no Campo Minado” – Fique à vontade em nos contar sobre a sua admiração por esse disco, não se acanhe. 
As instruções para enviar a sua história, você já sabe! Mas para relembrar, seguem abaixo:
Envie para o e-mail: parabolicashawaiianas@yahoo.com.br
Nome completo, localidade, uma foto relacionada à sua história e twitter (opcional)
E será com prazer que publicaremos a sua história no Blog Parabólicas Hawaiianas.

PARTICIPE!

PUBLICAREMOS HISTÓRIAS DOS FÃS E ADMIRADORES ATÉ A DATA: 10/09/2012

sábado

Diário de Fã 10.000 Destinos, Acústico MTV, Novos Horizontes - Ana Clara Magalhães.

E pela primeira vez, a nossa moderadora Ana Clara - (Aninha para os íntimos), - está participando do nosso "Diário de Fã - 10.000 Destinos, Acústico MTV, Novos Horizontes".
Em sua história, a Aninha nos conta sobre o carinho especial que tem pelo disco 10.000 Destinos Ao Vivo.
(Twitter: @anacmi)

Confiram!

"Oi gente!
Nunca tive a oportunidade de aparecer por aqui, mas dessa vez resolvi contar pra vocês minha história também.
Bom, vou falar sobre o disco 10.000 Destinos, que apesar de não ser meu favorito,  é bem marcante por que o ganhei de uma pessoa muito especial pra mim.
Sempre gostei das faixas disco, por que tem algumas das minhas músicas favoritas nele (é aquele sofrimento de quase todas serem favoritas, mas sempre tem aquelas que você ouve mais, não é mesmo?) e foi com esse CD que resolvi começar minha coleção, além de me lembrar de vários momentos felizes que tive no meu passado.
Daí, não me lembro muito bem se foi no final do ano passado ou no início desse ano (sou muito velha para lembrar datas), a LINDA da Ellen resolveu me dar o CD de presente. Quase morri de amores, né? Não consigo descrever a sensação que tive quando abri o pacote amarelo do SEDEX e vi o CD lá dentro, todo lindo, todo inteiro... Enfim... Muito amor mesmo.
Resolvi escrever esse pequeno texto só pra não deixar passar em branco a importância do 10.000 Destinos para mim! E queria aproveitar a oportunidade para agradecer muito a Ellen por tudo o que ela faz por mim.
Beijos pra vocês,
Ana."

Gostou da história da nossa maria-engenheira, e deseja participar deste Diário?
Leiam as Instruções ! 
 PARTICIPE!

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terça-feira

Diário de Fã 10.000 Destinos, Acústico MTV, Novos Horizontes - Ellen Rodrigues

E em mais um Diário de Fã, uma de nossas moderadoras, Ellen Rodrigues (twitter: @EllenRodrigues_), de São Paulo, participa contando sobre as suas relações que tem com os discos 10.000 Destinos, Acústico MTV e NH.
Abaixo, segue mais uma história da nossa maria-engenheira.

"E olha eu aqui de novo, contando e virando histórias... 

Bem, devo admitir que os discos “10.000 Destinos; Acústico MTV, Novos Horizontes” não são os meus preferidos, porém, os tenho em minha coleção. 

10.000 Destinos Ao Vivo 

Quando os Engenheiros do Hawaii gravaram o disco “10.000 Destinos Ao Vivo”, eu só tinha seis anos de idade. E sim, eu não sabia quem eram os camaradas do Hawaii, e não entendia o porquê de tantos destinos... 

Com o passar dos anos, já no finalzinho de 2008, o meu irmão Allan chega em casa com uma sacolinha, eu curiosa desde 1994, fui ver o que era. E era o CD “10.000 Destinos Ao Vivo – Engenheiros do Hawaii”. E sim, com 14 anos eu já sabia de cor e salteado o que seria a banda “Engenheiros do Hawaii”. Um disco ao vivo, um público imenso, e uma energia fora do comum, tais “estímulos” que se encontram no álbum da banda. Em 2009, ganhei de presente de 15 anos, a camiseta “10.000 Destinos” da minha amiga Priscilla. E em seguida, juntei grana para comprar o DVD. Aaah! Os destinos desta highway... 

Há mais de mil destinos em casa esquina. Outras vidas esperando em cada esquina. 

Acústico MTV 

Posso dizer que na escola, eu tive sorte com os meus professores. Motivo: eram fãs dos Engenheiros do Hawaii. 

Confesso que não acho o “Acústico MTV” o melhor disco da banda, porém, é um dos melhores acústicos que a MTV já produziu. 

Quando eu estava na quinta série do ensino fundamental (2005), eu conheci o professor Alexandre, me dava aula de educação artística. E eu me lembro como se fosse hoje a reação dele quando soube que sua aluna de 11 anos ouvia Engenheiros do Hawaii, Legião Urbana, Biquini Cavadão e tantos outros astros da geração rock anos 80. “Menina, você nasceu na época errada, sabia? Você tem cultura: ouve EngHaw!” – E o que me marcou nessa amizade de 2005 (até hoje) com o professor Alexandre, foi que ele vivia me emprestando CDs dos EngHaw, e sim, ele me emprestava o Acústico MTV. Esse disco não foi o meu primeiro contato com a banda, mas eu ficava radiante com os arranjos que a banda fazia das canções. Hoje, eu tenho o DVD e o CD Acústico, e quando eu ouço cada música vem um flash back na cabeça. Aaah! As lembranças... Boas lembranças, e a eterna amizade com o professor de arte! 

Novos Horizontes 

Eu já disse pra vocês que eu tive muita sorte na escola? Pois bem... Dezembro de 2007, os amigos da sétima série organizaram um “amigo-secreto” junto com os professores. Não era segredo pra ninguém que eu era fã da banda que duraria uma noite se o vocalista não estivesse bêbado... 

Data marcada para o “amigo-secreto”, clima de final de ano, amigos e professores, hora do sorteio! 

A minha amiga e professora Sílvia me sorteou. Não me esqueço do discurso que ela fez: “Ela não gosta muito de matemática, a tenho como uma filha, e a própria gosta de música boa.” – Pessoas gritavam ao fundo: "É A ELLEN!” – Bingo! Dei um abraço apertado na professora Silvia, e eu abri o pacote bem embrulhado: CD “Novos Horizontes – Engenheiros do Hawaii” – Digam-me: aonde eu colocaria a minha cara de tanta felicidade e euforia? Confesso que pensei quando olhei para a capa: “Esse é o Humberto Gessinger de barba e cabelos compridos?” – Todos gargalharam na maior inocência. 

Novos Horizontes... Se não for isso, o que será?

Já dizia um sábio que as lembranças são as melhores recompensas que a vida pode te oferecer. 

Eu tenho as minhas riquezas, e quem estiver duvidando, é só perguntar para a dona desta foto que está neste mesmo post. 

Espero que tenham gostado desta minha simples história. 

Grande beijo. 

Ellen."

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quinta-feira

Diário de Fã 10.000 Destinos, Acústico MTV, Novos Horizontes - Luana Paz

Oi gente! Quem nos conta sua história dessa vez é pernambucana Luana Paz (@Luana_EngHaw). Curiosos?

"Bem, é com essas poucas linhas que irei contar a minha admiração pelo álbum Acústico MTV. Desses três discos, resolvi escolher este, pois ele é especial para mim, foi onde comecei a virar fã. 

Tudo começa em junho de 2009. Estava no 2º ano do ensino médio e eu estudava com uns colegas de classe que gostavam de EngHaw. Um dia, ouvi um deles cantando O Papa é Pop, perguntei quem era o cantor/banda, daí ele me respondeu e disse que o álbum era massa...enfim. Então, ele acabou me emprestando e comecei a ouvir. Vou ouvindo com atenção e, quando ouvi a música Dom Quixotepela 1ª vez, me emocionei (e me emociono até hoje com ela)! Lembro-me como se fosse hoje. O refrão dela me marca muito e a canção me marca até hoje. Essa música me faz lembrar quando eu fiz o teste prático do DETRAN no mês passado e acabei sendo reprovada. Ao sair do carro, veio o refrão dela em minha mente e começo a me “desmanchar” em lágrimas. Não só foi nesse dia, mas em outras situações também. Vida Real também me marcou. Foi uma das primeiras que gostei e não paro mais de cantar. Tanto a letra como a música, mexe comigo! Outra que me marcou também foi 3x4. Conheci um menino no mesmo tempo que estava virando fã e, por muito pouco, rolou coisa séria (na verdade, só foi um rolo). Disse a ele que gostava de EngHaw e essa foi uma das músicas que mostrei a ele quando eu o conheci. Ela nos marcou muito e também me emocionei com ela. Isso aconteceu quando eu fui para o show de Pouca Vogal em Caruaru em abril do ano passado e ele estava lá no dia. Minha história com ele são águas passadas há três anos. Hoje a música deve pertencer à outra (risos). Uma inédita desse álbum que me marcou também foi Outras Frequências. Ela me faz lembrar a despedida do ensino médio. E, por fim, mais uma que me marca sempre é Surfando Karmas& DNA. Ela retrata o meu dia-a-dia. Acho que não só o meu, mas de qualquer pessoa. 

Enfim, todas elas me marcam e cada uma com uma história, mas essas são algumas que me marcam até hoje. Se for pra contar sobre cada uma, acho que precisaria escrever um livro. Foi nesse álbum que aprendi muitas coisas e virei fã ‘De Fé’! Devo tudo ao HG, por falar as palavras certas nos momentos certos!"

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quarta-feira

Diário de Fã – 10.000 Destinos, Acústico MTV, Novos Horizontes


11 de julho de 2012: Mais uma twitcam mensal em nossas vidas...
E o tema que o Humberto Gessinger escolheu... Opis! Os temas que o loiro do Hawaii selecionou, foram: 10.000 Destinos, Acústico MTV, Novos Horizontes – Sim! Foram três discos/temas, porém, foram tocadas somente as inéditas dos três álbuns selecionados.
E aposto que você, fã de fé e fã de casa, tem história com algum desses álbuns, ou até mesmo com os três!
É por isso, que sempre, cá estamos nós com mais um “cantinho de histórias”, no ar: “Diário de Fã –  10.000 Destinos, Acústico MTV, Novos Horizontes” – Fique à vontade em nos contar sobre a sua admiração por esses discos, ou com um desses discos.
As instruções para enviar a sua história, você já sabe! Mas para relembrar, seguem abaixo:
Nome completo, localidade, uma foto relacionada à sua história e twitter (opcional)
E será com prazer que publicaremos a sua história no Blog Parabólicas Hawaiianas.

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terça-feira

Diário de Fã Várias Variáveis - Raphael Prado


A bola da vez em mais uma história é o Raphael Prado (Twitter: @rcp_rapha) de São Paulo/SP. Ele nos conta com detalhes como conheceu o disco "Várias Variáveis". 

"Em 1991 quando o disco foi lançado eu era apenas uma criança com 9 anos de idade, confesso que não me lembro muito desse ano em específico, lembro mais de 1990 com os mega-hits de “O Papa É Pop” e “Era um garoto…” tanto que na minha linha cronológica Enghaw passou de 1990 direto para 1992 quando estourou outro hit; “Parabólica”.

O Várias pintou pra mim muito por caso, foi em 1995 (bem na época do lançamento do Simples de Coração), eu tinha 13 anos e morava numa cidade do interior aqui de São Paulo (Itatiba), e era aquela coisa né, tempos sem internet (sim, houve um tempo que a internet não tinha esse acesso fácil como nos dias de hoje) onde a informação demorava séculos pra chegar aos nossos olhos e ouvidos, com isso eu me informava sobre as bandas e músicas que eu gostava passando as tardes em casa (estudava de manhã), vendo MTV e ouvindo rádio.

Numa dessas tardes, eu estava girando o dial do meu 3 em 1 procurando alguma música legal, quando resolvi colocar na rádio que era da cidade (nem sei se ainda existe a 98FM), e me lembro que assim que terminou a música do Scatman John, “Scatman” (que tocava mais que esses sertanejos que tocam hoje em dia), o locutor da rádio entrou no ar dizendo; “e agora pra fechar o bloco vamos com Engenheiros do Hawaii com a música Piano Bar”, confesso que fiquei surpreso, pois na época a música de trabalho era “A Promessa” carro-chefe do disco recém-lançado e ai me pintou a dúvida: será que já é outra música nova?

Ouvi e gravei numa fitinha k7 essa “desconhecida” Piano Bar, voltava a fita e ouvia de novo e assim foi por alguns dias. Fui ao shopping e na única loja que vendiam CDs perguntei se tinha o novo disco dos Engenheiros, ai o vendedor me mostrou o “Simples de Coração”, peguei o CD olhei no verso li os nomes das músicas e logo percebi que Piano Bar não era do disco novo, comprei o disco normalmente, mas ali começava minha busca pelo CD de “Piano Bar”.

Uma amiga da minha mãe nos chamou pra dar uma volta no shopping de Jundiaí (cidade vizinha da cidade onde eu morava), e lá fomos nós então. Entrei na loja de CDs indo direto para a prateleira com CDs dos artistas/ bandas nacionais procurar o disco com a tal Piano Bar, e não mais que de repente eu vejo um CD de capa verde (argh!) cheio de logotipos e com uma cobra/ engrenagem muito curiosa (até então), peguei o disco, olhei seu verso e comecei a ler o nomes das músicas, e na faixa 4 está lá, Piano Bar, mais do que depressa comprei o CD, fui encontrar minha mãe lá praça de alimentação, devorei o lanche querendo chegar logo em casa pra ouvir o disco.

Enquanto voltava pra casa, ainda no carro, abri o CD e comecei a ler todo o encarte, ficha técnica e tudo e pra minha surpresa vejo que o disco foi gravado em 1991 e fiquei com aquela de espanto do tipo “onde eu estava em 1991? porque não me recordo de nenhum desses nomes de músicas? será que já ouvi essas canções e não me lembro?”.

Cheguei em casa corri pra sala, conectei o fone de ouvidos no meu CCE 3×1, coloquei o CD e antes de apertar o play e deixar o CD rolar, eu executei a função intro (rolava só os 10 primeiros segundos de cada faixa), só pra deixar mais aguçada a curiosidade pelo CD todo. Terminada a execução do intro apertei o play, abri o encarte e devorei o CD do começo ao fim ouvindo o mesmo por duas vezes seguidas, e rolou aquela estranha e boa sensação de serem músicas “inéditas”, pois só tinha ouvido uma das quatorze faixas do disco eu fui descobrindo um CD totalmente novo, com tipo de som diferente do que eu imaginava, faixas ligadas umas as outras, uma curiosa faixa-título que a reproduz uma procura desesperada de músicas pelo dial do rádio e que acaba fazendo uma ponte entre lados “A” e “B” do disco, enfim tudo novo no front.

O Várias Variáveis com certeza foi o disco enghaw que eu digeri com maior vontade e rapidez, e com a mesma velocidade ele se tornou meu disco de cabeceira. Posso passar algum tempo “de mal” do HG (sim, coisa de fã que reclama das músicas, da tour, da cor da capa do cd (sim, verde num da!), do formato, dos acústicos, da ausência do baixo, do Bernardo Fonseca ou reclamar por chatice mesmo), mas sempre que volto, o disco que salta da estante é o Varias.

Infelizmente não tive a chance ver nenhum show da turnê desse disco, então me contento em amanhã ver o disco sendo tocado na integra via twitcam.

“…a gente vive assim acabando o que não tem fim!”"

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sexta-feira

No ar: Diário de Fã - Várias Variáveis

E já chegamos à metade do ano! E com essa vinda do mês de junho, o Humberto Gessinger trouxe a nós mais uma twitcam!
No dia 06/06/12 o Humberto Gessinger tocou na integra, através da twitcam, as músicas do disco “Várias Variáveis”. Relembrando os maiores sucessos de 1991.

E cá estamos nós com mais um “cantinho de histórias”, no ar: Diário de Fã – Várias Variáveis.
Você que é fã dos Engenheiros do Hawaii conte para nós a sua relação com o sexto disco oficial da banda!

Instruções? Simples!
Nome completo, localidade, uma foto relacionada à sua história, e twitter (opcional).
Será com prazer que publicaremos a sua história no Blog Parabólicas Hawaiianas.


PARTICIPE!

PUBLICAREMOS HISTÓRIAS DOS FÃS E ADMIRADORES ATÉ A DATA: 10/07/12.


Nota de Rodapé: Lá no BloGessinger, o HG conta os detalhes da gravação do “Várias Variáveis”. Confiram:http://migre.me/9oYxE

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domingo

Diário de Fã - Daniel Kakinho

Hoje, quem nos conta como começou sua admiração pelo Humberto Gessinger e os Engenheiros do Hawaii é o Daniel (Twitter: @DanielKakinho), de Natal. Confiram!


"Um dia, estava sentado em minha velha poltrona fumando meu Marlboro light de sempre quando, de repente, escutei um trecho de uma música que dizia "...mas não precisamos saber pra onde vamos, nós só precisamos ir..." Aquilo foi como um tiro no peito, no bom sentido, claro. Fiquei chocado, minha única reação foi continuar escutando a música, até esqueci que estava fumando um cigarro, quando fui abruptamente queimado pela piúba. 

Pensei "Nossa, esses caras são profundos. Quem são? Que música inteligente é essa?" 

Naquele dia, naquele momento, vi que existia uma banda que eu gostaria de conhecer melhor. Fui simplesmente tocado, abduzido, pela melódia e pela sabedoria das letras. Elas combinavam demais comigo, com o mundo, para não serem percebidas como geniais. Quando ouvi "Refrão de bolero" lembrei da minha cara embriagada no espelho de algum banheiro. Alguém escrevia letras, textos, poesias que me tocavam, que tocavam os meus amigos também. Fiquei sabendo que conheci atrasado, que os caras já eram bons há muito tempo. Aquilo me deixou decepcionado, mas feliz - uma puta contradição. Afinal, agora eu conhecia uma banda tão boa e tão inteligente quanto Legião, apesar de meu atraso. 

Comprei todos os livros do Gessinger, o homem por trás das músicas. Descobri um cara sensível, poeta, maluco beleza, desses que vieram pra mudar o mundo com sua astúcia e esperteza. Pessoas como ele jamais poderiam passar neste mundo sem serem notadas, pois o mundo não permitiria tal absurdo. O tipo de pessoa que se acrescenta positivamente na vida. 

Como Holden Caulfield disse perfeitamente: "Esses caras são tão geniais e se parecem tanto com você, que você quer ter ele como melhor amigo, quer ter o número de seu telefone para ligar quando estiver se sentindo pra baixo, com a certeza de que ele irá levantar teu astral...""

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Diário de Fã – Crislaine Aparecida Selles

Quem nos conta sobre a sua relação e os frutos que a trouxeram por gostar de uma banda que deveria durar só uma noite, é a fã Crislaine Aparecida Selles O. C., de Vitória/ES.
Twitter: @CrislaineSelles


"A história é bem simples... 


A canção 3x4 marcou minha vida, pois foi responsável por traduzir uma relação que se iniciou em 1996. Duradoura, ficou mais séria em 2005 resultando em casamento e em 2010 no nascimento do nosso filho (David). O pai tinha muita esperança de ser uma menina, pois acho que sonhava em cantar "Parabólica"...todos os dias para dormir. Mas Deus nos enviou um lindo menino. 

A vontade de assistir um show era tão grande que quando eu fiquei sabendo que Engenheiros do Hawaii tocaria em Vitória/ES (fica a 320km de onde moramos - Montanha/ES) liguei para uma amiga, fiz o depósito em sua conta para que comprasse os ingressos do show. Para minha alegria ela comprou os dois últimos ingressos a venda, foi na área vip (mandei mais um dinheirinho kkkkkk), mas isso não era problema, pelo contrario, agora poderíamos ver Humberto bem de perto!!!! Então para achar uma desculpa para levar meu marido a capital, o convenci que sua pequena alergia estava ficando pior e que deveríamos procurar um alergista em Vitória. Assim marquei a consulta no dia do show e quando voltamos do médico ele perguntou: "cadê as passagens"? Para ver o horário de voltar para casa, foi quando entreguei os ingressos do show!!! Nem preciso falar como ele ficou "eufórico"... E lá seguimos para o Ilha Acústico para assistir o show. 

Uma máquina fotográfica (uma das primeiras digitais lançadas) registrou quase todo o show. Aquela noite maravilhosa mais cedo ou mais tarde chegaria ao fim... Quando acabou o show, hora de retornar para casa dos amigos que nos hospedaram. Foi então que meu querido marido, muito fã pensou: “Vou tirar o cartão de memória, pois se roubarem a máquina não fico sem minhas fotos...” - O que ninguém poderia imaginar é que na hora de pagar o táxi e pegar o dinheiro no bolso o cartão de memória cairia. Quando chegamos e ele foi pegar o cartão... Cadê???? Foi a 1ª vez que vi meu marido chorar (bem discretamente), mas ninguém melhor do eu imaginaria o tanto que estava doendo esta perda! 

Resumindo: ficou uma única foto na memória da máquina, em péssima qualidade mas guardamos como um tesouro. No ano passado gostaríamos de ter ido no show do Pouca Vogal mas nosso pequeno David estava com febre. Eu sei que não faltará oportunidades e da próxima vez nada de tirar o cartão de memória por motivo de segurança!!!!”

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quinta-feira

Diário de Fã A Revolta dos Dândis - Lucas Panisset

A bola da vez em mais uma diário de fã é o mineiro Lucas - (twitter: @Lucas_Panisset), de Juiz de Fora.  Ele vai falar sobre a influência que o disco "A Revolta dos Dândis" teve em sua história com os Engenheiros. Confiram!

"Oi pessoal de fé! Me chamo Lucas, tenho 16 anos e sou de Juiz de Fora - MG. Vou contar um pouquinho a minha história com os Engenheiros e como virei fã de fé! Falando também sobre a influência do disco A Revolta dos Dândis''

Entro relativamente tarde nesse mundo, comecei a virar fã mesmo em 2009 quando em um belo 15 de Fevereiro daquele ano. Um amigo meu que desde de pequeno era fã dos Engenheiros veio aqui em casa, era aniversário da minha tia e nós estávamos no youtube até que ele me mostra uma música estranha porém com o título interessante: Guardas da Fronteira. Sempre conheci Engenheiros também porém nunca parava pra ouvir e além disso conhecia poucas músicas e a lembrança mais remota que eu tenho era de quando eu era pequeno cantar Era um Garoto no karaokê com meu pai.

Me deparo com o meu amigo me falando. ''Cara essa música é muito foda'' Ouvi ela mas não tinha achado tão interessante, acaba a festa ele vai pra casa dele e eu volto pra minha, moramos na mesma rua. Volto pra casa e algo me diz para ouvir aquela música de novo

Fico maravilhado com o baixo daquela música, da forma que era cantada ou melhor do conjunto da música inteiro, decido então procurar mais sobre Engenheiros e baixei todas os discos. Virei fã se bobeiar mais do que o meu amigo hehehe. 

Dois anos se passam, 2011 e o Pouca Vogal vem tocar na minha cidade e por muita sorte na casa noturna que meu tio é um dos donos. Tudo dando certo, chegamos no show e conseguimos entrar no camarim, um adolescente de cabelo grande e casaco preto fica maravilhado ao encontrar seu ídolo, perde a fala mas da um abraço que sonhou por muito tempo. Peço para autografar com os olhos brilhando o DVD do Pouca Vogal e o Livro Pra Ser Sincero, Humberto pra variar muito atencioso para aguentar um turma de adolescentes hehe. Vamos para o show e assisto uma das coisas mais perfeitas que já vi. Uma noite que ficará para sempre na memória

Sobre a Revolta dos Dândis, ganho ele no ano passado o CD remasterizado. Já tinha o CD no computador, nada melhor do que ter o encarte do CD né? O Revolta é o meu disco favorito, traduz muitas coisas que eu sinto. Especialmente Vozes que demonstrava um momento sombrio da minha vida: Depressão e tristeza. ''Se você soubesse o quanto eu preciso da solidão''.

Gosto muito da atmosfera desse CD, das músicas, por fazer parte de momentos importantes da minha vida. É o meu disco favorito e será por muito tempo, desde as mais famosas: Infinita e Refrão. Até as menos conhecidas: Quem tem pressa, Vozes, Filmes de Guerra, Guardas da Fronteira. Além da Revolta dos Dândis ambas as partes.

Um mero adolescente encontra o seu lugar ao sol, encontra sua forma de viver e alguém que parece escrever coisas para ele. Engenheiros é a minha forma de combustível que me faz levantar todos os dias de manhã e não desistir de nada. Humberto talvez seria o pai que eu queria ter, me fez virar um ''De Fé''. Como diz Humberto Gessinger: ''Nos encontramos na Highway da Vida.'' 

Uai: O Amigo de jaqueta jeans na foto me fez virar maniaco por Engenheiros

Essa foi minha história. Espero que tenham gostado :)"

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